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A americanização, de forma de negativa, influencia países e suas culturas
Como a Americanização pode destruir culturas
"Americanização é o termo utilizado para designar a forma como os Estados Unidos influenciam culturalmente outras nações de modo a substituir costumes de uma cultura específica pelos da cultura norte-americana."(ARAÚJO , Felipe 2006,)
Nós, da Folha do Paulão, nos dedicamos a ensinar tópicos relacionados à geopolítica, economia, artigos informativos e de opinião entre outros assuntos envolvendo a ONU e países estrangeiros.
Nos tópicos de hoje; teremos, como exclusivo, os EUA. O artigo de hoje iremos comentar sobre a americanização, romantismo e a obsessão sobre a cultura Norte-Americana e os suas consequências às outras culturas e como a Americanização é aplicada
Também comentaremos sobre um ataque recente à capital da China, Pequim. Feito pelos EUA em reação à invasão em Taiwan, país parceiro dos EUA
Esperamos que se interessem pelos tópicos de hoje, uma edição "dedicada" aos EUA, temos muito mais pelo nosso site, esperamos que se interessem e acompanhem outras de nossas noticias.
O "imperialismo" cultural e a popularidade dos Estados Unidos começou após a Segunda Guerra Mundial e se fortificou ao término das guerras hispo-americanas.
Os EUA; atual maior potencial mundial, fazem parte da américa e Anglo Saxônica, e possuem grande influência politica, social e econômica fazendo com que, assim, o país tenha mais visibilidade e, por sua vez, uma cultura mais reconhecida e quando outros país adquirem essas culturas de modo a substituir costumes de uma cultura específica pelos da cultura norte-americana, nos chamamos isso de americanização. No caso desta influência ocorrer de forma voluntária, a palavra ganha conotação positiva.
A americanização não se refere só à cultura; mas, também, à comércios, filmes e series de grande audiência em países estrangeiros. O sucesso de programas como The Walking Dead, Simpsons, Desperate Housewives e Breaking Bad, são ícones da boa aceitação da cultura americana em outras nações além de filmes como Avatar, E o Vento Levou e Titanic.
E marcas criadas nos EUA como Coca-Cola, McDonald's, entre outras, aparecem tanto nas propagandas que tornam estes produtos parte do nosso cotidiano. A propagação da americanização ocorre através da mídia e costumam ser praticado por jovens que veem o estilo de vida norte-americano como algo excitante, Já os "mais velhos" têm dificuldades de se adaptar a esse estilo de vida, às vezes por questões históricas.
Autores: Gabriel Rodriguês e Mateus Lucena
Os Estados Unidos lançam bomba nuclear na capital da China: Pequim.
China invade Taiwan e Estados Unidos e declaram guerra à China




De 1 de agosto de 1927 até 7 de dez. de 1949, aconteceu a guerra civil Chinesa que criou uma rivalidade entre Taiwan, um país capitalista, e a China, um país socialista. E recentemente, em rancor pela guerra, a China invadiu Taiwan com o ideal de fazer uma unificação entre os países criando "uma China" e para tomar posse das extrações de petróleo em Taiwan.
A invasão começou por Taichung uma cidade litorânea de Taiwan que fica de frente à Quanzhou, na China. Taichung foi invadida pela marinha Chinesa, que enviou submarinos nucleares e vou invadindo o país aos poucos, os refugiados da guerra em Taiwan fugiram para Coréia do Sul
Mas Taiwan tem uma aliança com os Estados Unidos, que rapidamente interceptou no conflito lançando uma Bomba na capital do país, porem, Taiwan continua em posse da china, que mesmo enfraquecida, tem muitos recursos e alianças, entre eles: Coreia do norte, Rússia e alguns países africanos que estão dispostos a combater os EUA. Mas os Estados Unidos não perdem tempo e logo lançam um sequencia de bombas nucleares em Pequim
As bombas no nucleares laçada na capital da China, Pequim, causaram 210 mil mortes e 23 mil feridos. A capital ficou completamente destruída. A China perdeu seu centro de comercio e maior parte de sua população. Os sobreviventes à bomba estão sendo escoltados e refugiados em Tianjin, a cidade vizinha à Pequim; que, em comparada À Pequim, quase não sofreu danos.
Autores: Gabriel Rodriguês e Mateus Lucena
Como está o Afeganistão atualmente?
Condições de vida e Economia do Afeganistão só está caindo

O assunto sobre a tomada do Talibã sobre o Afeganistão saiu dos jornais e as pessoas foram se esquecendo sobre o ocorrido, mas você já se perguntou como está o Afeganistão nos dias de hoje?
Bem, as fronteiras continuam fechadas e os cidadãos estão sofrendo na mão do grupo terrorista, entrando para a lista dos piores países para se viver.
As afegãs só podem andar nas ruas se estiverem com burcas (traje que cobre todo o corpo, incluindo o rosto) e com algum homem acompanhado, também não podem trabalhar e nem estudar.
A economia do país gira em torno de sequestros, trafico de ópio e trafico humano, só neste ano o Afeganistão pode encolher 30% de sua economia e levar milhões a pobreza, alertou o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Autor: Mateus Lucena
"Faz mais de uma semana que estou escondida, quase sem comida ou dinheiro. Mesmo se eu me arriscar a sair da clandestinidade, os bancos estão fechados e não tenho nenhuma opção para conseguir dinheiro e comprar produtos básicos", diz uma ativista